Festival Maio no Palco

No mês de Maio, a UEM promove o Festival Maio no Palco, que faz parte da comemoração de 40 anos da universidade.

As apresentações serão todos os sábados, às 21h, e domingos, às 20h, na Oficina de Teatro da UEM. Os ingressos custam R$ 5,00 e R$ 3,00 para estudantes.

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Maravilhoooso!

Ontem fui ver os Melhores do Mundo no Teatro Marista e hoje – para passar o tempo – vou deixar aqui minha opinião sobre o espetáculo. Sei que eles não precisam disso, mas  eu quero. E para descrever o quanto gostei, vou utilizar meu mais fino vocabulário. MANO, É BOM PRA CARALEO!

Quem deixa de ir por que já viu tudo no Youtube não sabe o que está perdendo. Por mais que seja a mesma coisa, eles fazem parecer diferente. Sei que isso não faz sentido, mas é verdade. Véi, é loucura! Só vendo mesmo, é muito bom.

E, talvez, o mais legal são os assuntos refentes a cidade que eles colocam nos textos. No caso de Maringá eles falaram de Umuarama, Floraí, Galo Maringá, Peladão, pombas, Mansão de Pedra, Rodoviária, Santa felicidade, Requião e até mesmo laptops.

Bom, já disse, mas repito. O espetáculo é bom, muito bom mesmo, e por isso merece toda minha habilidade hipérbole.

Clique aqui e entenda o título.

Olha o grupo Tum! Gru-pu-tum!

Cumpri minha palavra e fui assistir a peça Medidas Contra a Violência : Variedades Brechtianas, do Grupo TUM na Unicamp, na última terça.

A apresentação, realizada no auditório do Instituto de Artes — lotado –, começou com pouco mais de meia hora de atraso. Havia um cheiro de cigarrinho de palha no ar. Antes do início, tomou a palavra a profa. dra. Ângela Soligo, coordenadora do curso de Pegadogia da Unicamp. Ela disse que Brecht sempre é um presente e lembrou que o grupo TUM foi criado em 1987, “numa cidade em que nem tinha cinema direito”. Claro! Ok, não foi uma opinião muito feliz.

Ao espetáculo em si, só tenho elogios. A apresentação, com apenas três atores e cenário minimalista, foi impecável: ótima atuação de Valquiria Vasconcelos, Pedro Ochôa e Mateus Moscheta, bem conduzidos pelo diretor Eduardo Montagnari, araraquarense com a idade de Maringá. Os atores, que interagiram com o público, arrancaram boas risadas da plateia.

A peça é composta de pequenos excertos de Bertoldo Brecha Bertolt Brecht: Se os tubarões fossem gente, Prazer de começar, Lista de preferências de Orge, A lenda do Soldado Morto, A infanticida Maria Farrar, Canto de Orge, Balada sobre a inutilidade do esforço humano, Apfelböck, ou O lírio do campo, Os três palhaços (do próprio Eduardo) e Medidas contra a violência, além de um fragmento de Karl Marx.

Recomendo, assim como o Rafa, que também viu o grupo TUM — com o espetáculo Auto dos 99 — há pouco tempo, em Maringá.