No meu Face não pode

O vereador Flávio Vicente (PSDB) me excluiu do Facebook por causa de uns comentários que fiz na página dele. O assunto: a pendenga entre Maringá e Londrina. O governo estadual pretende nomear a ExpoLondrina a feira agrícola oficial do Paraná, deixando magoadinhos os defensores da ExpoIngá.

Para botar lenha na fogueira, vereadores londrinenses enviaram um ofício à Câmara de Maringá, convidando os nossos edis para comparecerem na feira londrinense. Flávio Vicente achou isso uma provocação, um absurdo. Comentei dizendo que provocação é o que a “turma do amém” (da qual ele é integrante) faz, votando a favor dos interesses sórdidos da família do prefeito, mantendo o mesmo número de vereadores (tendo como justificava a economia dos gastos) e logo depois aumentando os salários dos edis da próxima legislatura, etc. Isso sim é provocação!

Pois bem, o nobre vereador me excluiu. E eu não sou o primeiro. Sempre quando alguém vai em seu Face em busca de um bom debate, é imediatamente expulso. O vereador se diz moderninho, abre espaço nas redes sociais, mas não aguenta uma boa crítica. Só quer saber de babação de ovo – coisa que os assessores dele e alunos do Cesumar fazem muito bem.

Bom que se saiba que esse cara é pré-candidato a prefeito. Pelas atitudes infantis que toma na internet, é lógico deduzir que, sentado na cadeira de mandatário da cidade, seria tão antidemocrático quanto a atual administração (que ele apoia com unhas e dentes, aliás). Abre o olho, Maringá!

Censura, a gente vê por aqui e lá

O blog londrinense Paçoca com Cebola, hospedado em odiario.com, foi notificado pelo prefeito Barbosa Neto a retirar uma charge em que ele aparece com um machado na mão – uma alusão às várias árvores centenárias que estão sendo cortadas para obras no Bosque de Londrina.

Quem conhece nossa trajetória sabe que de censura nós entendemos, e apostamos que o ótimo blog de Cláudio Osti não permanecerá muito tempo hospedado no “maior portal do interior do Paraná” – que não faz jornalismo, faz negó$$io.

O típico imbecil maringaense

Sexta-feira a noite, voltando de Londrina após compromisso naquela cidade, estava reunido com mais três amigos em um lanche na avenida JK, quando, de repente, eis que surge ele: o típico imbecil maringaense.

O típico imbecil maringaense estacionou o seu carro rebaixado em frente ao lanche, perto de onde estávamos sentados. De lá, além dele com suas calças tão apertadas que causam esterilidade, saíram mais três pessoas: outro cara e duas mulheres. O típico imbecil não se fez de rogado e ligou o som alto do carro para que todos ouvissem. A música, claro, de péssima qualidade: o sertanejo universitário. É um sacrilégio que algo tão escroto seja acompanhado do adjetivo universitário. Mas, enfim, voltemos ao típico imbecil.

Incomodada com o volume do som, uma das pessoas que me acompanhava chamou a atenção do típico imbecil, que respondeu: “Opa, foi mal aí, o carro não é meu, tô só de carona”. Claro que o carro é seu, típico imbecil. Nós vimos você dirigindo, seu grande saco de merda. O típico imbecil deu uma risadinha com os amigos dele, e eu mandei algo assim: “Cada um com o seu mau gosto. O tipo de música e o volume do som é condizente com a debilidade mental do sujeito”.

Evidentemente, o típico imbecil não gostou. Homossexual enrustido que certamente é, pagou de machão, e quis briga. Gentilmente recusamos. Nosso intelecto é bem maior e preparado para evitar confusões com os típicos imbecis dessa cidade, que sequer sabem respeitar a liberdade de escolha alheia de não entupir os ouvidos com essa sonoridade culturalmente pobre tão apreciada pelos típicos imbecis maringaenses.

O típico imbecil maringaense não perde um BBB e torce pelo representante da cidade na casa.

Pink Floyd

A banda londrinense cover do Pink Floyd se apresentou ontem em Maringá, no Tribo’s Bar, que contou com a presença de um bom público na véspera do feriado de Independência.

Confiram a clássica “Another Brick in the Wall”: