Trabalho quase escravo é acim (2)

Muita gente perguntou, mas preferimos não revelar o nome da loja citada no post anterior.

Imagem meramente ilustrativa
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Trabalho quase escravo é acim

Uma grande loja, localizada no centro de Maringá, não está oferecendo as devidas condições de trabalho aos seus funcionários. A equipe de reportagem do blog apurou que as caixas são extremamente pressionadas neste período natalino e de bondade entre os homens (risos).

Constatou-se que há ameaças de desconto salarial o tempo todo por causa das quantias que não batem. Porém, existe um déficit de empregados e, para compensar, muitos se revezam durante o dia no mesmo caixa. Como responsabilizar todos por um furo que ninguém sabe quem cometeu?

Outra denúncia grave é que uma gerente chegou a dizer que, caso uma caixa esquecesse um sensor de mercadoria com o cliente e este apitasse na saída da loja, o cliente teria o direito de espancar a funcionária até machucar bastante, e que a chefia não se responsabilizaria por isso (!).

Verificamos também que a famosa loja orienta as funcionárias do caixa para tirarem determinado valor de notas fiscais por dia, sonegando tributos sem pudor. É bom que os fiscais da Receita dêem uma passadinha por lá.

Será que a respeitada Associação dos Canalhas Inescrupulos de Maringá tem conhecimento disso? Ou essas são práticas comuns entre os empresários exploradores e sonegadores de impostos da tão distinta entidade que promove o progresso e o desenvolvimento da cidade?