Na estrada (2)

Mensagem de caminhão patriótica:

“Não lavo porque amo minha terra”.

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Na estrada

No caminho de volta de Curitiba para Maringá, flagramos dois motociclitas que adoram o perigo:

Relatos de viagem (final)

Depois de 15 dias na capital, voltei sábado para Maringá – sou como o Chico Bento que nas férias viaja para casa do primo na cidade e usa sapato – e parece que o frio veio comigo.

Em Curitiba, assisti ao Atletiba e visitei pontos turísticos, como o Museu Oscar Niemeyer e o Largo da Ordem. Esse último faz parte do Centro histórico da cidade que ao contrário daqui é preservado. Claro que não estou comparado a história das duas, pois são 250 anos de diferença, mas acontece que se um dia Maringá quiser ter uma história, ela precisa ser preservada desde já. Como já disse o Gustavo: por que o velho não pode conviver com o novo? Se em Curitiba isso dá certo, por que aqui não daria?

A antiga rodoviária poderia ser o pontapé inicial dessa revitalização histórica, assim como a Praça Raposo Tavares. Aliás, em Curitiba, existe a Praça Tiradentes que era considerada lugar de pessoas desprezíveis – assim como a Raposo – mas agora, depois de revitalizada, é um dos principais pontos da cidade.

Outra coisa que funciona em Curitiba, e aqui não, é o velódromo.

Veja bem, não estou falando que Curitiba é perfeita, só quero mostrar que não é preciso ir longe para achar soluções para alguns dos problemas de Maringá.

Relatos de viagem(3)

Ontem fui assistir ao Atletiba, o segundo maior clássico do futebol paranaense – o primeiro é o clássico do café, pouco importante que Maringá não tenha mais time.

Para evitar confusão fui mais cedo ao estádio, aproveitei para tirar algumas fotos que ia postar aqui, mas mudei de ideia depois de ver a página de esportes da Gazeta do Povo. Quero ver quem é capaz de me encontrar na foto abaixo:

atletiba

Onde está o Rafa?

Sobre o jogo não tenho muito o que comentar, só que foi ruim e que o Rafael Moura é o pior jogador do Mundo.

Depois do jogo, fui ao Teatro Guaíra assistir o espetáculo Nós na Fita – aquele dos seguranças do Zorra Total. Apesar disso eles são excelentes.

Relatos de viagem(2)

Depois de assistir A Era do Gelo 3 (em 3D) resolvi comer um cachorrão prensado de Curitiba. Imaginei que não seria nada parecido com o de Maringá, mas não que seria tão miserável:

DSC00191

Eu frustrado com o cachorrão prensado de Curitiba.

Inocência minha achar que um lugar de boa higiene e com cardápio bonito serviria algo decente.

E lembro bem de ter pedido um duplo sem maionese e não sem recheio – lamentável!

Relatos de viagem

Como se 2002 nunca tivesse acabado, fui sábado assistir um jogo de futsal do Ciagym/Napa Part’s – que apesar do nome representa Maringá no Campeonato Paranaense de futsal. O jogo foi contra o Zaeli/Penalty/Umuarama e o time da cidade perdeu 4 a 3. Não vi o último gol do jogo, pois tinha que ir para rodoviária pegar um ônibus, o destino: Curitiba.

Embarquei às 23h45, acompanhado de um primo que tem 9 anos. Antes de sair, minha avó ligou e pediu para que eu não perdesse o garoto durante a viagem. Mesmo dormindo durante todo percurso, consegui cumprir o objetivo que minha avó impôs e cheguei na capital, acompanhado do primo, um pouco depois das seis da manhã. Um tio me esperava na rodoviária.

Na capital, depois de dormir mais um pouco, almocei e fui a Arena da Baixada ver o Atlético Paranaense enfrentar o Inter. Como sou palmeirense não tenho muito que comentar sobre o jogo. Aliás, demorei tanto para entrar no estádio que parecia estar no Willie Davids e não em um com estilo europeu.