Embaixo da marquise

Hoje, choveu forte em Maringá, e bem na hora eu estava de moto por aí e sem capa da chuva. Então o jeito foi sentar embaixo de uma marquise e esperar a chuva parar. Só que ela não parou, e lá fiquei, uma hora ou mais. Mas confesso que foi uma hora interessente, me senti o Carlos Alberto de Nóbrega sentado no banco da praça vendo as pessoas passarem e conversando com algumas delas.

O primeiro a conversar comigo, foi um cara que pegou a 007 em vez da 009. Por causa disso ele não ia conseguir chegar no serviço e estava com medo de ser demitido. Ele também falou sobre as dificuldades de ser soldador e que queria trabalhar como segurança.

Depois dele apareceu um vendedor de sorvetes, daqueles com carrinho, mas ele ficou pouco. Só fez inveja com o guarda-chuva quebrado que ganhou de uma casa vizinha e foi embora.

Além disso, passaram alguns jovens voltando do colégio e por fim, uma mãe com seu filho que vestia uma camiseta do Milan do jogador “PA O”.

Nacional

Alagamento na Rua Fernão Dias provocado pela forte chuva de hoje à tarde, em Maringá, foi tema de reportagem de Solange Riuzim, agora há pouco, na edição vespertina do Globo Notícia. Logo mais, o vídeo. Veja o vídeo.

Chuva vs. Árvores

Quem tem o costume de andar pelo centro da cidade não pode negar que, todas as vezes que chove, árvores caem. Não entendo qual é a graça de ser a cidade verde quando você tem o risco de perder o carro ou a vida por causa de uma chuvinha. Se esse fosse o único problema das árvores desta cidade, eu estaria feliz. Mas, as árvores também contribuem para que nossas calçadas serem todas quebradas e uma grande arapuca para quem usa salto, por exemplo! Além de serem vilões das donas de casa que varrem quilos de folhas todos os dias…

Não sei o que deve ser feito, mas, com certeza, alguem tem que saber!

Enquanto isso, continuo defecando e transitando.

ÁrvoreCaidaMaringá

Veneza

Andando pela cidade, perceba a grande quantidade de folhas nas guias — é o preço cobrado pela arborização — e, pior, o lixo. Já estava pensando num post com um conselho de minha avó — varrer o lixo da calçada e, na preguiça de recolhê-lo com uma pá, pelo menos juntá-lo fora da guia, para que a água da chuva flua sem obstáculos e não entupa as bocas-de-lobo.

À tarde, choveu. Estava na esquina da Tuiuti com a rua 28 de Junho. É claro que isto iria acontecer:

Água