Da série: Temos memória curta… not

Enviei e-mail à secretária Flor Duarte e prevejo que demorarei a obter uma resposta em razão dos feriados de Abril. De qualquer maneira, torno público:

Sobre a Biblioteca Municipal Bento Munhoz da Rocha Netto

Flor Duarte,

li, com surpresa, no jornal de 9 de janeiro deste ano, que a biblioteca iria para o prédio do Itaú na Av. Paraná. Naquela entrevista, a senhora disse: São três andares, haverá uma reforma grande e agora está em processo de licitação para isso. Haverá uma adequação do espaço para a biblioteca, com estudo sobre distribuição de carga. Terá uma climatização, um espaço mais amplo, melhor iluminação, café, salas para eventos e estudo individual, com acervo informatizado e atualizado.

O que eu gostaria de saber, passado um trimestre da publicação da notícia, é:

. Como está o processo de licitação da reforma?
. A quantas anda a informatização do acervo?
. Supondo que a biblioteca vá mesmo para a av. Paraná, já se discute o destino do prédio atual, na esquina da av. Getúlio Vargas e XV de Novembro? ‘Demolição’ é uma das opções?
. A senhora disse que se levantou 2.186 obras extraviadas da biblioteca. O que pode ser feito quanto a isso? Já pensaram em tattle-tape, por exemplo?

e, aproveitando,

. Como é o processo de licitação para a compra de novos livros para a bibliotecas?
. Qual o gasto previsto com a compra de novos livros para incrementar o acervo das bibliotecas para 2009?
. Como é feita a escolha das obras que serão compradas?

Cordialmente,
Gustavo T.

***

Aliás, lembrei hoje, há uma notícia publicada em 27 de Dezembro de 2007 n’O Diário que dava como certa a demolição da rodoviária e a construção de um prédio de até 36 andares no ano de 2008. O Paraná Online noticiou o mesmo.

Ulisses Maia disse, na época, o seguinte: Sem gastar um centavo, vamos garantir a construção de um centro cultural com cerca de 10 mil metros quadrados e que vai abrigar uma nova biblioteca, vamos revitalizar a área e vamos garantir novas vagas de estacionamento no centro.

Uma outra notícia, de 20 de novembro daquele ano, diz que a demolição é irreversível e que o novo empreendimento deve abrigar uma biblioteca pública, que deve substituir a instituição central atual. Atualmente, a biblioteca fica localizada numa edificação imprópria para a atividade.

Se a demolição acontecer realmente, e é isso o que querem, o que a população ganhará com isso?

E, agora, me interessa muito saber, além de qual será o destino da rodoviária antiga, o que será feito de nossa biblioteca.

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