Nome de rua

Projeto de lei do vereador Mário Verri, com o apoio fundamental de Carlos Emar Mariucci, eternizou o nome do meu avô Adolpho – falecido em 2010 – em uma rua da cidade. Quem pensa que nomear ruas é algo inútil está muito enganado. Além de uma justa homenagem aos pioneiros, facilita a vida da população para encontrar os endereços.

ruaadolpho

crédito: Cris C.

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Próximo eclipse total em Maringá será em 2113

Não se trata de adivinhação ou previsão do Professor Jucelino. Maringá presenciará,  em pouco mais de cem anos, um eclipse solar total.

A NASA tem uma página muito interessante: o World Atlas of Solar Eclipse Paths, que mostra mapas detalhados, para cada dois decênios, desde 2000 a.C. até 3000 d.C. para todos os eclipses solares da Terra.

Esquema "didático" da Wikipédia mostra como funcionam os eclipses total, anular e parcial do Sol

Foi assim que descobrimos que aconteceram eclipses solares de grande magnitude nos céus maringaenses, desde que o Brasil foi “descoberto” — em 23 set. 1661 (anular, que pôde ser visto de todo o atual território do Paraná) e em 15 mar. 1839 (total). Desconsideramos eclipses solares parciais.

Pouco após a fundação de Maringá, quando a cidade ainda era um núcleo urbano primitivo, foi registrado um eclipse total, em 20 de maio de 1947.

O próximo acontecerá por aqui em 13 de junho de 2113. Maringá estará com 166 anos. E você e eu estaremos mortos há muito tempo. O fenômeno só deve se repetir em 9 de dezembro de 2569. 622 anos depois da visão de Kazumi Taguchi.

Para testemunhar um dos espetáculos mais impressionantes e raros da Terra, só viajando: nos próximos 30 anos, não acontecerão eclipses totais no Brasil. Fica a dica de turismo especializado para Willy Taguchi: é uma viagem que eu pretendo fazer algum dia!

Eclipse total do coração

Willy Taguchi continua a transcrição dos diários de seu pai, Kazumi Taguchi, morto no último dia 7. Os escritos estão em japonês arcaico e foi preciso o trabalho de um tradutor de São Paulo.

Kazumi escreveu sobre um eclipe total do Sol em Maringá em 20 de maio de 1947.

Dia 20 de Maio de 1947 (Terça-feira) Tempo = Sol
Hoje teve eclipse solar total. Às 09h30min, começou o eclipse solar. Eu assisti pela primeira vez na minha vida e a família toda assistiu o fenômeno da natureza. Depois que terminou o eclipse solar, eu fui trabalhar na roça até a tarde. Antes de anoitecer, fui cortar a cana de açúcar para dar ao gado.

Trata-se do famoso eclipse registrado também pelos irmãos Villas-Bôas:

[radiotransmissão:] 8:50, primeiros sinais eclipse solar PT Aproximadamente 150 índios camaiurás e trumaís acampados nosso lado tornam-se apreensivos medida luz do sol perde intensidade PT
[…]
Daí em diante começa a confusão. Gritos, choros, discursos, correrias, flechas com fogo para acender o sol. Mulheres e crianças todas brancas de cinza e provocando vômito com pedaços de pau. Alimentos jogados no rio. Pálidos, os índios corriam e gritavam que o sol ia morrer. Flechas e flechas untadas de resina e incendiadas foram lançadas para acender o sol. Um grande quadro de aflição.

Não foram são os índios que se apavoraram. Quem não sabia, também pensou que o mundo fosse acabar. Mas o eclipse foi amplamente documentado.

Há uma página no site da Nasa sobre o evento. Ali, é possível ver que Maringá está bem próxima à linha central do caminho do eclipse. Segundo os cálculos, o eclipse aqui durou 3 minutos e 16 segundos. Há também uma nota na revista Nature, publicada na época, dois artigos de Heráclito Tavares (aqui e aqui), documentos do Arquivo Público Mineiro. O diário de Kazumi se junta a vários registros de uns dos fenômenos mais fascinantes que a Humanidade regularmente testemunha.

Criolo e Seresteiro cantam Expresso Maringá

No mesmo ano em que nasceu o rapper Criolo, outro Criolo, em parceria com Seresteiro, lançavam o disco “Expresso Maringá”, cuja canção título resgatamos no vídeo abaixo.

Há poucas informações sobre a dupla.

Dona Winifred no metrô

Encontrei o “Quando o amor transpõe o oceano”, livro de memórias da sra. Winifred Ethel Netto, mãe de Dona Bárbara e avó de Silvio e Ricardo Barros, em uma daquelas máquinas do metrô de São Paulo. Era vendido a 4 reais na Estação Consolação em meio a clássicos como “O Menino Maluquinho”, “A Arte da Guerra”, “O Cortiço”, “O Alienista” e “Lucíola”.

Da primeira edição, com tiragem de 2000 exemplares (dos quais guardo um autografado), até a edição que circula no metrô, de 2009, passaram 12 anos. 35 mil exemplares com patrocínio da Oi e da Lei Rouanet circulam por São Paulo. A estranheza passou quando soube que o dono da 24×7, empresa que cuida das máquinas, é de Fábio Bueno Netto, filho de Peter — que fundou a Taxi Aéreo de Maringá — e neto de Winifred e Odwaldo Bueno Netto. Fábio já foi tema de reportagem na Época Negócios e no Diplô, entre outros periódicos; também assina o posfácio do livro da avó, falecida em 2007.

Por falar nisso, hoje (31/10), é aniversário de Fábio.

Preço das flores vai subir até o dia das mães!

Fique atento meu caro maringaense. Esse ano, o preço das rosas vai subir em 20%! A pesquisa foi feita pelo Procon de Maringá que analisou os preços de 33 variedades de flores embaladas para presente.

O negócio é seguir a dica do professor Augusto Sabóia e comprar guardanapos para a mamãe!

A vida em Maringá: Iguatemi

Quão bem o maringaense conhece Maringá? Cada bairro, cada distrito possui detalhes que escapam ao forasteiro. A tentativa é de uma série de posts na qual os próprios moradores, conhecedores das qualidades e das deficiências, apresentam o seu lugar. Hoje: IGUATEMI — não é o primeiro shopping center do Brasil. Confesso, só sei da existência do nosso distrito porque fui lá uma vez em um pesqueiro, à noite. Além do famosa linha 201, que demora um tempão para chegar lá, como vocês verão:

por Leonardo Navarrete*

Iguatemi, Iguatemi. Quase Maringá, Maringá, que é quase New York, New York. Um dia, quem sabe, chegamos lá.

Incumbiram-me de “apresentar” o pacato distrito de Iguatemi. Tarefa essa, que é um tanto complicada mesmo morando aqui há mais ou menos 14 anos. Bom, vamos lá.

Iguatemi: palavra de origem tupi que significa “rio ondulante”. Confesso que não fazia a menor idéia disso. Nome esse que foi, em partes, bem escolhido pro distrito, pois aqui, rio é o que não falta; às vezes não são próprios para banho como o bem conhecido por aqui “Ródão”. Porém existem muitos outros que podem ser usados até para banho.

Iguatemi tem por volta de 10 mil habitantes. É maior que muita cidadezinha de interior espalhada por aí. Mas ainda é distrito de Maringá e vai ser por muito tempo se depender do povo daqui. Fica a mais ou menos 15/20 minutos de carro de Maringá e a 40/50 minutos de ônibus, pela BR-376, saída pra Paranavaí.

Durante a semana, esse “vilarejo” é normal, como todo(a) distrito/cidade pequena, tem sua movimentação concentrada no centro, se é que pode se chamar 100 metros de avenida de centro. Aos sábados durante o dia a movimentação é maior do que durante a semana, devido a pessoas de fora que vêm aos supermercados daqui, que têm fama de bom preço, sinceramente, acho os preços comuns se não forem mais altos. Fica difícil até estacionar o carro por falta de vagas. Ta aí, um pequeno distrito com pelo menos um problema de cidade grande.

Já a noite em Iguatemi não oferece lá muitas opções pra lazer do público jovem, apenas algumas lanchonetes que rodeiam a praça da igreja. Por outro lado é uma considerável opção pra sair com a família, pelo sossego oferecido em fins de semana comuns. A coisa muda quando tem algum tipo de festa por aqui, a praça que é o nosso ponto de encontro, na maioria das vezes enche de gente, e gente da região toda vem prestigiar as nossas festividades, que são bem agradáveis. Aliás recomendo a vocês virem pra cá quando for rolar alguma festa. Só mais uma coisa a ser relatada sobre as festas, não há muitas datas festivas por aqui, posso citar: Reveillon, carnaval, Expo Iguatemi, às vezes temos Festa Junina, entre outras que não são realizadas anualmente e que não me lembro agora.

Se você mora aqui, na grande maioria das vezes, terá que se deslocar pra Maringá, Mandaguaçu ou pela região para trabalhar, pois aqui não há tantas oportunidades nem locais para se trabalhar. Iguatemi também deve ser um bom local para investimentos em varias áreas, por exemplo, moradia devido à calma do lugar, alguns ramos de comércio, entre outras áreas. Sentimos falta aqui também, de um lava jato, o mais próximo fica em Mandaguaçu, isto é, a 7 km, acho que seria uma boa pedida abrir um por aqui, já que o número de carros e motos só cresce.

Iguatemi é como todo lugar, tem seus problemas e suas qualidades. Mais considero que aqui é uma das melhores áreas de Maringá para se morar, afinal, a tranquilidade reina absoluta aqui por essas bandas.

* Leonardo Navarrete, 18, solteiro, residente em Iguatemi.

Maringá parece um cavalinho

Foi a Fabiane Lima (@fabianelima), de Curitiba, quem botou reparo, enquanto falava com Naftali Andrade. Printscreens são sempre reveladoras.

"Maringá parece um cavalinho", por @fabianelima

* Olhando bem, parece mesmo. Maringá é — sim — a terra do cavalo louco. Isso é. Eu movimento bastante o cavalo quando jogo xadrez. O que é agora o Clube do Xadrez de Maringá? E aquele xadrez humano, quem lembra? Algum amigo do Rodrigo já foi o responsável por ele. Quem é? E as carroças — não sei se é porque estou vivendo menos em Maringá, mas elas parecem estar em extinção. Cocô de cavalo na rua é raridade. E a Casa Valinhos? Não parece “cavalinhos”? Passo bastante por Valinhos, em SP, onde há uma grande fábrica da Unilever — muitos produtos que abastecem os supermercados de Maringá vêm de lá. Também me lembrei dos cavalos à solta em frente à Universidade do Varejo.

* Perdoem, viajei na maionese.

* Eu tenho medo de cavalos.

Educação Financeira. Por que não poupar?

Desde o ano de 2007, em que cursei a disciplina de sociologia e atualidades no colégio Anglo Drummond de Maringá, surgiu em mim um espírito investidor e preocupado com a educação financeira. Graças ao meu professor de sociologia, Beto Mansur, comecei a me interessar pelas palavras empreendedorismo e investimentos.

O Brasil passa por um processo de evolução no capitalismo e, da mesma forma que os países que hoje estão no topo das economias do mundo, esta evolução nos trará a necessidade de procurar por novas alternativas de pervidência ao INSS.

Baixos níveis de mortalidade e natalidade fazem com que o país não tenha jovens suficientes no mercado de trabalho para bancar as aposentadorias, que já não conseguem acompanhar os reajustes dos salários. Esse cenário é favorável para os investimentos em previdência privada e otros tipos de investimentos. No último sábado, dia 17/04/2010, aconteceu no Teatro Marista, organizado pelo PET Economia da UEM, a segunda feira de finanças. O Maringá Maringá, semanas antes, fez um chamado para a feira e agradece à quem compareceu. Para aqueles que não puderam, trazemos aqui alguns dados interessantes.

O consumo exagerado sem a preocupação com o futuro é extremamente prejudicial e tende sempre ao fracasso financeiro. No nosso país, a cultura do cartão de crédito e o uso dos limites especiais etá se tornando cada vez mais comum e isso irá trazer grandes problemas para a classe média, que consome mais de forma menos prudente. Desta forma, proponho a seguinte prática:

Poupe antes de gastar!

Adquirir o hábito de pagar a si mesmo primeiro, como diria o escritor de best-sellers Robert Kiyosaki, é uma ótima forma de poupar. Claro que muitos afirmarão que é impossível poupar com os seus salários extremamente “pequenos”, porém, experimente listar todos os gastos com snacks no caminho para o trabalho, faculdade, etc. Uma economia de 3 reais por dia, considerando um mês de 30 dias, significa um montante de aproximadamente R$100,00 ao mês. Dependendo da modalidade de investimento que você preferir, esta quantia pode chegar a engordar de forma muito satisfatória sua aposentadoria. Prevendo a dificuldade de resistir a coxinha do bar do Zé ou o Halls de melancia, contabilize estes gastos e poupe logo no início do mês.

Investir na poupança, por exemplo, é um dos investimentos com menor rendimento (chegando a render apenas o ajuste da inflação muitas vezes). As outras modalidades de investimentos, em contraponto, exigem muito cuidado e estudo. Caso você escolha pela Bolsa de Valores, Previdência privada, CDBs e outros, preste muita atenção nas taxas cobradas pelas corretoras, seguradoras, bancos e afins. Esses caminhos envolvem muitas peculiaridades e, por este motivo, não entrarei em muitos detalhes sobre eles. Apenas alerto para que você não se aventure nesses tipos de investimento sem estudar as opções com muito cuidado. Lembre-se, é o seu dinheiro que está em jogo.

O risco está presente em qualquer investimento. Essa é uma verdade que costuma assustar os marinheiros de primeira viagem, mas eu alerto. Não investir é muito mais arriscado. Planejar seu futuro financeiro é vital para manter uma vida sem maiores transtornos e conseguir o merecido descanso quando a melhor idade chegar. Como diria o professor Augusto Sabóia, “Corra o risco de ficar rico!”

O mais importante disso tudo é que, quando a totalidade dos indivíduos de um país está rica, o país enriquece também.

Maringá Entubada

Este vídeo contém algumas imagens totalmente aleatórias. O que protagoniza o vídeo é a música! De autoria de Álvares de Azevedo, “Meu sonho” é um dos meus poemas preferidos. Eis que Fabiano Fontes, conhecido professor de Literatura da região (colega do Nailor Jr.), gravou esta versão que é muito famosa entre seus alunos e ex-alunos. Gustavo T era fã numero um! hehe!

Uningá, medicina e faculdades federais

Segundo o Diário, os alunos matriculados em medicina pela Uningá (que perdeu sua autorização do MEC para o curso de medicina) serão matriculados em faculdades federais! Livrando-se das altas mensalidades e ainda conseguindo um diploma muito mais interessante, na minha opinião!

A decisão está sendo tomada depois de muita briga na justiça e as aulas finalmente foram sunspensas pela juíza federal Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara do Distrito Federal.

Vai ter candidatos aos vestibulares de medicina MUITO BRAVOS com essa história…

fonte: O Diário

Cães da UEM

Semana passada saiu uma matéria no Diário dizendo que a UEM estava com uma quantidade muito alta de cães sem dono vivendo em suas dependências. Devido a esta reportagem, eu matei uma aula para procurar esses cãezinhos que alegram meu dia quando estão tentando morder o próprio rabo ou o de alguém que está passando. Enfim, encontrei um deles e tentei me aproximar para fazer algumas perguntas, mas ele fugiu de mim… Pelo menos, ele esperou na faixa até que os carros parassem para ele atravessar.

Confira as fotos:

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Maringá Entubada

Quem nunca viu a Mulher do Apito, ou Doidinha do Apito, ou a Ivone. Personagem icônico de Maringá está sempre passando por aí! Muitas pessoas contam histórias e falam muita coisa sobre essa pessoa que possui sim alguns problemas, mas é muito doce.

Confira um bate papo com nossa querida Mulher do Apito!

Stand up maringaense (6)

Nic e Pedro, do Maringá, Esta História é Nossa, estão surpreendidos por saber que o auditório Joubert de Carvalho voltará a ser utilizado — e em um show de humor.

* O piano atualmente está Museu Hélenton Borba Cortes, no Teatro Calil Haddad.

Vendedor ambulante chama a atenção em Maringá

No dia 06 de abril, por volta das 12 horas, eu estava passando pela esquina da Getúlio Vargas com a Santos Dumont, em frente ao HSBC, e dei de cara com um vendedor ambulante muito diferente. Seu nome é Roberto e ele possui um método muito interessante para vender antenas para televisão. Munido de um microfone, ele fala para todos com riqueza técnica sobre como suas antenas funcionam e a sua ótima capacidade de receber sinal mesmo em lugares cercados por prédios como o centro da cidade.

Confira as fotos:

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Senor Abravanel começou assim!

Restaurante Universitário pintadinho…

Quem nunca passou alguns minutos na fila do Restaurante Universitário da UEM no dia do frango frito, nunca reparou naquele pedaço de parede que tem em baixo da cantina… Pois bem, um arquiteto urbanista e artista plástico, chamado João César de Melo Santos, de São Paulo, fez uma obra bem interessante e embelezou nosso refeitório preferido. Maiores detalhes no site da UEM

Encontre Rodrigo C. na III Conferência Nacional do Esporte.

Rodrigo C., o mais famoso de nós quatro, foi fotografado na III Conferência Nacional do Esporte. Quem encontrá-lo ganha um autógrafo do Pinga Fogo e um abraço do Benedito.

Para quem está interessado:

“Começou hoje, em Maringá, a primeira etapa da III Conferência Nacional do Esporte, fase regional, promovido pelo Ministério do Esporte e Lazer. As atividades foram desenvolvidas na Universidade Estadual de Maringá. Nesta etapa, foram discutidas e aprovadas propostas futuras para ações do governo federal nas áreas de esporte e lazer, que serão encaminhadas para a Conferência Estadual, nos dias 4 e 5 de maio, em Curitiba.

O objetivo, explica o chefe regional da Paraná Esporte, Agnaldo Luiz Baldo, é elaborar diretrizes para o Plano Decenal do Esporte e Lazer, estabelecendo Linhas Estratégicas, ações, metas e prazos para o desenvolvimento do esporte e lazer no país nos próximos 10 anos.”

fonte: www.uem.br

Baú do Hilário

Descobrimos também o baú do Hilário Gomes. Aqui está ele posando sem óculos ao lado de algumas de suas hilarietes, no cartão de visitas do Studio Likeness Perfect, de Sarandi. Por concidência, foi a única sessão daquele estúdio.

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