Padrão FIFA (só que não)

No dia em que o futebol maringaense voltou a sorrir, com mais de 5000 pessoas no Willie Davids prestigiando a ascensão do Metropolitano para a elite do Paraná, não podemos fechar os olhos para os problemas que os torcedores enfrentaram no estádio.

Para começar, os portões só foram abertos às 18h30, ou seja, uma hora antes da partida. Com público recorde, muitos só conseguiram entrar no WD quando a bola já estava rolando. Faltou organização e bom senso para a diretoria do Metrô.

No intervalo, quem assistiu o jogo na arquibancada descoberta (como este que vos escreve) teve que encarar o novo banheiro do estádio. Quem foi o gênio que planejou aquilo? Certamente nunca pisou em um campo de futebol. Uma boa quantidade de dinheiro público torrado em um cubículo inadequado para a presença de milhares de torcedores. Com certeza, diante do que ocorreu ontem, vai precisar de uma nova reforma.

Esperamos que os erros de ontem sirvam de lição para a Prefeitura de Maringá (que administra o WD) e o Metropolitano. O maringaense ama o futebol e certamente irá prestigiar o clube na primeirona, mas exige o mínimo de respeito quando vai ao estádio. Do contrário, é melhor aguentar a narração do Jasson Goulart na RPC.

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2 respostas em “Padrão FIFA (só que não)

  1. Pingback: Padrão FIFA (só que não) | Diário Maringa

  2. O Rigon publicou que o Rogério Mello chefe da Guarda Municipal de Maringá e que combate violentamente o contrabando de dvds piratas na cidade vai sair candidato ao senado, ele costuma ser candidato laranja para ser atacar outros candidatos, veja a noticia do Rigon:

    http://angelorigon.com.br/2013/10/03/ele-pode-entrar-na-disputa/#comment-201506

    Porém ele já foi condenado por contrabando, pode esta, veja:

    http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-3–266-20081010

    Veja agora o que diz o artigo 334 do CP:
    Art. 334 Importar ou exportar mercadoria proibida ou iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria:

    Pena – reclusão, de um a quatro anos.

    § 1º – Incorre na mesma pena quem: (Redação dada pela Lei nº 4.729, de 14.7.1965)

    a) pratica navegação de cabotagem, fora dos casos permitidos em lei; (Redação dada pela Lei nº 4.729, de 14.7.1965)

    b) pratica fato assimilado, em lei especial, a contrabando ou descaminho; (Redação dada pela Lei nº 4.729, de 14.7.1965)

    c) vende, expõe à venda, mantém em depósito ou, de qualquer forma, utiliza em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, mercadoria de procedência estrangeira que introduziu clandestinamente no País ou importou fraudulentamente ou que sabe ser produto de introdução clandestina no território nacional ou de importação fraudulenta por parte de outrem; (Incluído pela Lei nº 4.729, de 14.7.1965)

    d) adquire, recebe ou oculta, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial ou industrial, mercadoria de procedência estrangeira, desacompanhada de documentação legal, ou acompanhada de documentos que sabe serem falsos. (Incluído pela Lei nº 4.729, de 14.7.1965)

    § 2º – Equipara-se às atividades comerciais, para os efeitos deste artigo, qualquer forma de comércio irregular ou clandestino de mercadorias estrangeiras, inclusive o exercido em residências. (Redação dada pela Lei nº 4.729, de 14.7.1965)

    § 3º – A pena aplica-se em dobro, se o crime de contrabando ou descaminho é praticado em transporte aéreo. (Incluído pela Lei nº 4.729, de 14.7.1965)

    Impedimento, perturbação ou fraude de concorrência

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