Dona Winifred no metrô

Encontrei o “Quando o amor transpõe o oceano”, livro de memórias da sra. Winifred Ethel Netto, mãe de Dona Bárbara e avó de Silvio e Ricardo Barros, em uma daquelas máquinas do metrô de São Paulo. Era vendido a 4 reais na Estação Consolação em meio a clássicos como “O Menino Maluquinho”, “A Arte da Guerra”, “O Cortiço”, “O Alienista” e “Lucíola”.

Da primeira edição, com tiragem de 2000 exemplares (dos quais guardo um autografado), até a edição que circula no metrô, de 2009, passaram 12 anos. 35 mil exemplares com patrocínio da Oi e da Lei Rouanet circulam por São Paulo. A estranheza passou quando soube que o dono da 24×7, empresa que cuida das máquinas, é de Fábio Bueno Netto, filho de Peter — que fundou a Taxi Aéreo de Maringá — e neto de Winifred e Odwaldo Bueno Netto. Fábio já foi tema de reportagem na Época Negócios e no Diplô, entre outros periódicos; também assina o posfácio do livro da avó, falecida em 2007.

Por falar nisso, hoje (31/10), é aniversário de Fábio.

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