Uma boa notícia

A ordem de serviço que formaliza o início das obras da Casa do Estudante da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi assinada na manhã desta segunda-feira (2), na sala dos Conselho Superiores, no câmpus-sede.

O reitor Júlio Santiago Prates Filho lembrou que a construção é uma das promessas de campanha da atual administração, de dar continuidade aos trabalhos iniciados na gestão anterior. Nesta etapa será realizada toda a estrutura de concreto dos dois blocos, que abrigarão 94 quartos e totalizam 2.335,95m2. “Uma luta antiga”, segundo a vice-reitora Neusa Altoé, mas que, como disse o assessor de Assistência Estudantil, André Gasparetto, trata-se de uma obra que, uma vez iniciada, deve ser finalizada. O prefeito do Campus, Igor Valques, solicitou à construtora que execute a obra com qualidade e cumpra os prazos estabelecidos. Por sua vez, Érico Matos, da coordenação geral do DCE, considerou louvável a construção, porém lembrou que existe a necessidade de ampliar a obra, no futuro, para atender a toda a demanda.

Os recursos da construção advêm do governo do Estado e contam com R$ 1.159.623,18 para essa primeira fase da obra.

Estavam presentes também o professor Ricardo Dias Silva, arquiteto responsável pelo projeto; o diretor de obras e projetos da Prefeitura do Campus, Lourival Zamuner; além de representantes da CCP Engenharia, responsável pela obra; do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e da União Maringaense de Estudantes Secundaristas (UMES).

Fonte

Leia mais: Aqui e ali: moradia estudantil

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9 respostas em “Uma boa notícia

  1. tá, boa notícia
    e os professores do ano letivo de 2011 que ainda não foram contratados??????!!!!!!!
    Aliás, pauta pra vocês, alunos do ano de GRADUAÇÃO ainda não tem professores, o que acontece? a moratória já acabou faz 1 mês e até agora nada…

  2. Vai virar um antro de xxxxxx e de xxxxxxx e de xxxxxxxx, e o duro que a PM não pode entrar na UEM para corrigir os baderneiros, tanta gente precisando de moradias e vai construir casa logo para filhinhos de papai,cachacediros e baderneiros.

  3. onde se lê: cachacediros e baderneiros,
    leia-se: cachaceiros,baderneiros e vagabundos.

  4. Que tal construir uma fábrica para os estudantes trabalharem, será que os vidas mansas vão querer?

  5. Sou favoravel ao pagamento de mensalidades na UEM, e nesta os estudantes são contra pois não querem perder a mamata.
    Geralmente são pessoas de classe média pra cima que pagaram cursinho para entrar na universidade e agora não querem pagar. Do jeito que está, a universidade pública está privilegiando pessoas que têm dinheiro para bancar uma universidade particular, ainda que através do Fies. O Governo financia os estudos de pessoas ricas para que elas mais tarde cobrem salários para desempenhar um serviço para a sociedade. Só seria justo um ensino gratuito para estes, caso concordassem trabalhar recebendo um salário 50% menor que outros profissionais formados em universidades particulares. Claro, porque o Governo já pagou o estudo desses. Deveria o Governo ter que pagar novamente a essas pessoas que usam um conhecimento que recebeu gratuitamente? Claro que não! Portanto, VIVA A PRIVATIZAÇÃO! É hora de dar um basta na monopolização do ensino pela elite rica e egoísta que tem dinheiro para pagar cursinho caro para seus filhos dominarem as vagas da UEM e de outra públicas.
    Sou de classe média e concordo com a privatização. Não estou preocupado se terei que pagar por meus estudos. Estou pensando no coletivo. O dinheiro economizado nas privatizações poderiam ser usado para investir em obras estruturantes para o país ou melhorar o salário mínimo ou regularizar a Previdência Social.

  6. Willian, Marta, Marcos, em vez de defender a ampliação do ensino público, gratuito e com qualidade, você defende a aberração da educação superior do país — um ensino privatizado e pago (duas vezes, uma pelos impostos e outra pela mensalidade). Ora, aí mesmo é que as pessoas que você pensa estar defendendo não poderiam entrar na Universidade. A moradia estudantil vem nesse sentido. Ela não será ocupada pelos estudantes que têm condição de pagar aluguel, mas atenderá exatamente aqueles menos assistidos.

    Mudando de assunto, se o vestibular é elitizado, defendamos o cursinho gratuito — aliás, uma das bandeiras do Umberto Becker. Ademais, seus argumentos não fazem sentido.

  7. Gustavo o ensino brasileiro esta sucateado, o estado não tem competência para fazer sua gestão,não são 4 meses de cursinhos gratuitos sem estruturas que vão solucionar o problema do aluno que vem de 12 anos nos ensino fundamental e médio, no estado, enquanto os alunos com bom poder aquisitivos estudam em escolas privadas e cursinhos privados com ótimas qualidades.

  8. O mais engraçado são os oportunistas imbecis de fundo, como de praxe, segurando as bandeiras da UBES, UNE e sei lá mais o que.

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