Eu amo Maringá

Ir ao banco numa segunda-feira, tomar chuva e ver, na fila dos caixas eletrônicos, alguém fazer um depósito para a professora que te iniciou formalmente na língua de Shakespeare, há dez anos: Jarlene Oliveira. Voltei à 5ª série:

Depois comprar um fone de ouvido barato naquelas lojas, ver o Braguito tomando um sorvete italiano, voltar pra casa, trabalhar fazendo traduções. E perceber que o fone não funciona.

Só mesmo em Maringá.

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