O fiasco do Instituto Wanderley Luxemburgo

O Instituto Wanderley Luxemburgo, estabelecimento de ensino à distância destinado a profissionais de educação física, lesou vários franqueados em todo o Brasil. Eu assisti uma aula grátis do IWL, em 2008, na franquia de Maringá, que funcionava em uma sala do Colégio Nobel e tinha como sócios os professores Paulo e Alexandre.

O projeto começou com muita pompa. Vários professores renomados do mundo esportivo ministravam aulas para IWL, tais como a psicóloga Suzy Fleury, o médico Joaquim Grava e o fisioterapeuta Filé. Em poucos meses, os professores famosos abandonaram a empreitada e a transmissão das aulas – via satélite e depois internet – apresentava problemas técnicos.

“Chegou uma hora em que o sinal da teleconferência que vinha de Barueri simplesmente acabou. Ligávamos para o Luiz Lombardi [assessor de imprensa do IWL] para cobrar uma posição, afinal tínhamos investido uma fortuna nas franquias. E ele respondia: ‘Isso não é comigo”, reclama Paulo Mendes, dono da franquia em Maringá, que estuda processar o instituto.

Confira a reportagem completa no UOL.

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