Diário de um náufrago no trânsito de Maringá

Hoje, como gostava de dizer um ex-prefeito, a chuva “investiu pesado” em Maringá. Geralmente vou trabalhar de motoneta, por três motivos: é mais rápido, sai mais barato e eu não sei dirigir carros. Aliás, só sei dirigir mesmo motonetas, mas isso é assunto para um outro post. Devido a intensa precipitação fluvial, meu prestativo pai me levou ao trabalho de automóvel.

Moramos na zona norte de Maringá (próximo a Acema) e o meu local de trabalho é na avenida João Paulino (Novo Centro). Com a Biz e tempo ensolarado, o caminho é percorrido em no máximo 10 minutos. De carro e com a chuva, ficamos INACREDITÁVEIS 45 MINUTOS no trânsito!

O número de carros no trânsito maringaense é cada vez maior. O sistema binário só resolverá os problemas de engarrafamento se aliados a outras medidas, como melhorias no transporte coletivo (mais ônibus e horários disponíveis) e incentivo ao uso de transportes alternativos. Algumas mudanças devem partir do próprio motorista: sair mais cedo de casa, por exemplo.

Mas ficar preso no trânsito não foi tão ruim. Fiz um novo e simpático amigo:

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3 respostas em “Diário de um náufrago no trânsito de Maringá

  1. Não sei se cabe aqui, mas o Antonio Ismael costumava dizer: “Tá com pressa? Saia mais cedo!”

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